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produção de vídeo, trilha sonora

17/04/2019

A TRILHA SONORA NA CONSTRUÇÃO DAS MARCAS

Marcas com personalidade arrastam verdadeiros fãs que se identificam, consomem e ainda falam bem para outras pessoas. Isso é branding. Isso é construção de marca. Entender a relevância que o branding tem para um negócio é o primeiro passo para definir um posicionamento. E a trilha sonora, pode ser uma peça importante nesse jogo.

Nos primórdios do cinema, as pessoas assistiam a filmes sem trilha sonora, sem efeitos de som, totalmente no modo mudo. Ao longo do tempo, buscaram-se formas de trazer mais emoção para as telas, através de orquestras que tocavam ao vivo enquanto as imagens eram exibidas. Um espetáculo. Imagem e som se unindo, criando emoções e cativando o público.

Esse foi um caminho sem volta. O cinema evoluiu e abraçou o som em todas as produções. Se tornou tão importante quanto a imagem. Achou seu espaço na criação de uma narrativa própria, complementando o vídeo com camadas profundas de complexidade, nuances, emoções.

Como a trilha sonora afeta o produto final no audiovisual

 

Quer ouvir um exemplo do que estamos falando? Repare como a trilha sonora pontuava as emoções de Charles Chaplin, um dos pioneiros no cinema.

O som reforça a imersão. Seja no diálogo dos atores, na trilha sonora, ou nos efeitos, quando trazemos essa linguagem para o marketing e publicidade, a sensação gerada se relaciona diretamente com a percepção de marca. Tomamos como exemplo a construção de uma campanha.

Ao escolher as cores, a forma de falar, o tom e as imagens, buscamos elementos que sejam adequados com o público e a forma pela qual gostaríamos que a marca fosse lembrada. E o som faz parte disso. Dá uma olhada neste filme que produzimos para a Brazillian Coffee, marca de bala de café:

A marca traz um DNA bem brasileiro, pois é uma bala que está presente há mais de 20 anos no cotidiano das pessoas, sendo muito democrática. Seu grande diferencial é levar café de verdade na composição. Estas informações básicas do briefing foram cruciais para as escolhas criativas da peça. Na direção de arte, buscamos trazer cores quentes e tons terrosos, que pudessem gerar uma forte associação com o café, de forma a quase sentir seu aroma.

Para embalar essa história e dar o tom para o vídeo, buscamos representar a brasilidade através da trilha sonora. Aí não teve jeito. Deu samba. Ou melhor, deu café com samba. A trilha assumiu um papel fundamental para dar esse toque bem brasileiro que a marca pedia (você consegue imaginar como teríamos uma percepção totalmente diferente se a trilha sonora fosse um rock’n roll, por exemplo?). Aliada a isso, buscamos trazer uma locução com entonação mais despojada, solta, com um toque de malandragem. Escolhas certeiras, trilha e locução falando no mesmo tom. Por fim, o desenho de som trouxe os movimentos dos grãos de café e outros detalhes na composição final.

Todo esse trabalho dificilmente poderia ser desenvolvido de forma harmoniosa sem que a marca tivesse uma identidade própria. Marcas são como pessoas: tem cara, tem estilo, tem jeito de falar, humor e, claro, gosto musical.

Quando a marca entende seu comportamento, fica muito mais fácil determinar o que ela é, o que ela sente, o que ela ouve. O som é capaz de permear por diversos estilos, podendo transmitir raiva, solidão, saudade, alegria, entusiasmo e por aí vai. Ao produzir um vídeo, estes aspectos precisam estar presentes, para que possamos criar uma conexão mais forte, verdadeira e autêntica com as pessoas.

E aí, conta pra gente: qual o som da sua marca?