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04/10/2018

PRODUÇÃO DE VÍDEOS: O BASICÃO PRA FICAR POR DENTRO

Fizemos um guia básico para você que é empreendedor, gestor de marca ou profissional de marketing dar um refresh e começar a entender por que os vídeos são o futuro da comunicação.

 

Luz, câmera e ação nunca fizeram tanto sentido como hoje. Em tempos de big data, conectividade, hashtags e influencers, o vídeo ganhou força. Deixou de aparecer apenas no horário da novela e abriu espaço em todas as telas (e até fora delas). O audiovisual nunca foi tão explorado pelas marcas como agora.  Mas o que mudou? Por que isso aconteceu? O que você perdeu? A gente explica.

Podemos dizer que dois fenômenos estimularam essas mudanças: as câmeras DSLRs e a internet.  

 

Tipo hollywood (só que mais barato)

 

A tecnologia de trazer a função de gravação de vídeo nas câmeras de fotografia, possibilitou que se produzisse filmes com estética semelhante a de cinema, por um preço mais acessível e um fluxo de trabalho simplificado. E isso foi revolucionário para a indústria. 

O grande destaque dessa revolução foi o lançamento da Canon 5D Mark II. Uma câmera que abriu novas possibilidades, impressionou, mudou o status quo. Diretores, cineastas, filmmakers e produtores de conteúdo adotaram a 5D. Até diretores de Hollywood usaram a câmera em filmes como Capitão América, Homem de Ferro 2, a série House, e muitas outras obras. Mas não vamos esquecer, uma câmera sozinha não faz filme. O olhar, a sensibilidade, a capacidade criativa e técnica do diretor, são fatores insubstituíveis. Independente do equipamento, a criatividade sempre vem em primeiro lugar. Anote isso, ok? Inclusive filmes inteiros já foram gravados apenas com Iphones.

 

O som dos anos 90

 

 

 

Se você não sabe o que é isso, sorry, você é Nutella. Usuário raiz acordava na madrugada para navegar pela tarifa única, tinha a linha interrompida para poder se conectar, ouvia o clássico ruído de conexão e por aí vai. Esse com certeza foi o outro fator chave para a popularização dos vídeos: a velocidade de conexão.

Com o aumento das velocidades e tecnologias (3G, 4G e outros G’s que estão por vir), ficou muito mais rápido carregar vídeos online. Lembra da internet discada? Imagina carregar um anúncio do youtube com ela... Sem chance. Caro e demorado.

Por isso, ali pelos anos 90/2000, o texto ainda era a principal forma de comunicação na internet. Um pouco mais adiante, começam a surgir os gifs como uma forma de dar movimento a imagens para chamar atenção de potenciais consumidores. A intenção era boa, mas o visual nem tanto.

Até que enfim, surge a banda larga. Internet mais barata, não ocupa a linha telefônica e o melhor, é rápida. Aí tudo mudou. Daí em diante veio o 3G e as pessoas puderam ter acesso a conteúdos em vídeos direto pelos smartphones, em qualquer lugar, em qualquer hora.

Aí vieram os vlogs, influenciadores digitais e tudo o que conhecemos hoje que influenciou a forma de comprar, de interagir e o poder de decisão dos consumidores. As marcas ficaram vulneráveis. A coisa ficou mais complicada. O consumidor ganhou mais poder, ganhou voz. Se algo não está legal, bora fazer textão na internet. Comprar sem pesquisar? No way. Até commodities entraram nas pesquisas do Google.

E como na publicidade tudo é imagem, as marcas ficaram nesse fogo cruzado à procura de uma melhor forma de fazer o seu show e atingir o coração e a atenção das pessoas. E veja só, acharam um caminho: vídeos.

 

Videos Everywhere

 

Não tem volta. É só abrir o Instagram, o Facebook e até o WhatsApp, para ver que vídeos estão em toda parte (vai dizer que você não participa de nenhum grupo de whats que compartilha vídeos toda hora?). E não importa se estamos falando de negócios B2C ou B2B. É tudo sobre pessoas.

Apresentar um serviço? Vídeos. Explicar um negócio? Vídeos. Lançar um produto ou coleção? Vídeos. Ensinar a usar um app? Vídeos. Mostrar diferenciais? Adivinha? Vídeos.

Essa simples e complexa junção de imagem e som pode fazer muito pela comunicação de uma marca. Basta ela estar aberta.

E se o vídeo é capaz de influenciar consumidores, ele também pode influenciar equipes. Isso já acontece na comunicação interna das empresas, com a integração de colaboradores, treinamentos, eventos, aulas e por aí vai. Reduzindo custos, aproximando pessoas e estabelecendo um diálogo mais criativo e direto entre as pessoas.

Ah, espera aí. Você é o cara dos números? Das planilhas? Dos gráficos? Separamos um tópico que mostra como geramos resultados para os nossos clientes: Diadora e Dr. Sofá. Pega a calculadora e confere no link: Diadora e Dr. Sofá: números para se orgulhar

 

Papo pra horas...

 

A gente poderia se aprofundar aqui em técnicas, novas tecnologias, novas linguagens e formatos que vem surgindo. Sério, dá pra falar por horas sobre isso. Mas vamos deixar isso para posts futuros. Até aqui, nossa intenção era que você entendesse que:

Não tem volta.

Vídeos já fazem parte do dia a dia das pessoas e as marcas precisam estar atentas a esse comportamento. Jogar fora os folders? O anúncio de outdoor? A revista? NÃO. Mas, é necessário pensar em ações integradas, que conversem com várias mídias e se conectem para envolver o consumidor, impactar pessoas e a sociedade de forma positiva.